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QUANDO A NAVE POUSA
Se você é do Pará, mesmo sem nunca ter ido a uma festa de aparelhagem, já foi atravessado por suas estéticas: ao passar pelos camelôs do Comércio, pelo Ver-o-Peso ou ao caminhar pelas ruas do Guamá e do Jurunas, é impossível não ser tomado por sons e imagens que remetem a esse fenômeno. São espaços múltiplos, carregados de memórias, que evocam cheiros, nostalgias, férias em Mosqueiro ou Barcarena, a casa da avó, parentes que voltavam amanhecidos da aparelhagem do Tupinambá...
Revista Curió
23 de set. de 20254 min de leitura
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